Belo Horizonte foi um dos alvos da Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (28/5) pela Receita Federal do Brasil, em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo e outros órgãos de fiscalização e segurança.
A ação é a segunda fase da Operação Carbono Oculto, considerada pelas autoridades como a maior operação contra o crime organizado da história do país em cooperação institucional e alcance. O objetivo é investigar a participação do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.
Ao todo, foram cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados, incluindo Minas Gerais, onde houve buscas na capital mineira.
Segundo os investigadores, o esquema criminoso atuava no setor de combustíveis envolvendo fraudes fiscais, lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e uso de fintechs como “bancos paralelos”. As apurações identificaram mais seis fintechs utilizadas pela organização criminosa para movimentar recursos ilícitos e ocultar patrimônio.
