Ernesto Pousada, presidente da Vibra — Foto: Divulgação/Vibra
Primeira distribuidora do país a se habilitar à subvenção do governo para a importação de combustíveis, especialmente diesel, a Vibra Energia ainda não executou o instrumento, que evita repasses de altas de preços internacionais para o mercado doméstico.
A companhia fez as contas e, até o momento, optou por não recorrer ao mecanismo, parte de um pacote de medidas contra os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre o setor.
De acordo com o presidente da Vibra, Ernesto Pousada, a medida foi positiva para o país, no momento em que todas as empresas estavam “no limite”, ao viabilizar as importações que mantiveram regularizado o abastecimento de combustíveis no Brasil. Porém, a Vibra apurou dificuldade de operacionalização da subvenção, leva
Caso seja preciso recorrer à subvenção, é algo que se pode fazer em um dia. “É rápido, faço em horas. [Se eu] Tomo a decisão de manhã, à tarde nós já implementamos”, disse Pousada, em entrevista ao Valor sobre os resultados do segundo trimestre.
O executivo afirmou que a Vibra aumentou o volume de importações de combustíveis no segundo trimestre para assegurar o atendimento aos clientes. No primeiro trimestre, disse, as compras externas de combustível dobraram, mas essa magnitude não se repetiu no trimestre passado: “Na soma do semestre, a gente importou muito mais do que no passado para assegurar o fornecimento para os nossos clientes, mesmo que em alguns momentos esse combustível custasse muito mais do que vendia internamente.”
Caso seja preciso recorrer à subvenção, é algo que se pode fazer em um dia. “É rápido, faço em horas. [Se eu] Tomo a decisão de manhã, à tarde nós já implementamos”, disse Pousada, em entrevista ao Valor sobre os resultados do segundo trimestre.
O executivo afirmou que a Vibra aumentou o volume de importações de combustíveis no segundo trimestre para assegurar o atendimento aos clientes. No primeiro trimestre, disse, as compras externas de combustível dobraram, mas essa magnitude não se repetiu no trimestre passado: “Na soma do semestre, a gente importou muito mais do que no passado para assegurar o fornecimento para os nossos clientes, mesmo que em alguns momentos esse combustível custasse muito mais do que vendia internamente.”
Etanol
Pousada afirmou que a mesa de trading que a Vibra implantou, após encerrar joint venture com a Copersucar, a Evolua, trouxe flexibilidade para a companhia poder adquirir o produto de diferentes fornecedores. Segundo o executivo, a Vibra continua comprando etanol da Copersucar, via Evolua, com quem mantém um bom relacionamento comercial, e essa flexibilidade abre espaço para que se possa aproveitar oportunidades como possíveis aquisições de etanol de milho.
“Como eu tinha a parceria, eu comprava volumes relevantes da Copersucar. Ainda compro deles, mas diminuiu a proporção no ‘mix’ e nos dá flexibilidade. Se o [etanol de] milho está com preço melhor, compro o de milho. Se o da cana está melhor, compro de cana”, afirmou.
Pousada disse ainda que vê o etanol como elemento central da transição energética e que 2026 tende a ser um ano histórico, como acelerador da cultura do biocombustível, que poderá passar a ser visto não apenas pela questão do preço nas bombas. “Vamos ver essa aceleração e estamos muito bem posicionados para capturar isso com nossa mesa de trading”, afirmou.Primeira distribuidora do país a se habilitar à subvenção do governo para a importação de combustíveis, especialmente diesel, a Vibra Energia ainda não executou o instrumento, que evita repasses de altas de preços internacionais para o mercado doméstico.
A companhia fez as contas e, até o momento, optou por não recorrer ao mecanismo, parte de um pacote de medidas contra os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre o setor.
De acordo com o presidente da Vibra, Ernesto Pousada, a medida foi positiva para o país, no momento em que todas as empresas estavam “no limite”, ao viabilizar as importações que mantiveram regularizado o abastecimento de combustíveis no Brasil. Porém, a Vibra apurou dificuldade de operacionalização da subvenção, leva
Caso seja preciso recorrer à subvenção, é algo que se pode fazer em um dia. “É rápido, faço em horas. [Se eu] Tomo a decisão de manhã, à tarde nós já implementamos”, disse Pousada, em entrevista ao Valor sobre os resultados do segundo trimestre.
O executivo afirmou que a Vibra aumentou o volume de importações de combustíveis no segundo trimestre para assegurar o atendimento aos clientes. No primeiro trimestre, disse, as compras externas de combustível dobraram, mas essa magnitude não se repetiu no trimestre passado: “Na soma do semestre, a gente importou muito mais do que no passado para assegurar o fornecimento para os nossos clientes, mesmo que em alguns momentos esse combustível custasse muito mais do que vendia internamente.”
Caso seja preciso recorrer à subvenção, é algo que se pode fazer em um dia. “É rápido, faço em horas. [Se eu] Tomo a decisão de manhã, à tarde nós já implementamos”, disse Pousada, em entrevista ao Valor sobre os resultados do segundo trimestre.
O executivo afirmou que a Vibra aumentou o volume de importações de combustíveis no segundo trimestre para assegurar o atendimento aos clientes. No primeiro trimestre, disse, as compras externas de combustível dobraram, mas essa magnitude não se repetiu no trimestre passado: “Na soma do semestre, a gente importou muito mais do que no passado para assegurar o fornecimento para os nossos clientes, mesmo que em alguns momentos esse combustível custasse muito mais do que vendia internamente.”
Etanol
Pousada afirmou que a mesa de trading que a Vibra implantou, após encerrar joint venture com a Copersucar, a Evolua, trouxe flexibilidade para a companhia poder adquirir o produto de diferentes fornecedores. Segundo o executivo, a Vibra continua comprando etanol da Copersucar, via Evolua, com quem mantém um bom relacionamento comercial, e essa flexibilidade abre espaço para que se possa aproveitar oportunidades como possíveis aquisições de etanol de milho.
“Como eu tinha a parceria, eu comprava volumes relevantes da Copersucar. Ainda compro deles, mas diminuiu a proporção no ‘mix’ e nos dá flexibilidade. Se o [etanol de] milho está com preço melhor, compro o de milho. Se o da cana está melhor, compro de cana”, afirmou.
Pousada disse ainda que vê o etanol como elemento central da transição energética e que 2026 tende a ser um ano histórico, como acelerador da cultura do biocombustível, que poderá passar a ser visto não apenas pela questão do preço nas bombas. “Vamos ver essa aceleração e estamos muito bem posicionados para capturar isso com nossa mesa de trading”, afirmou.