Preço do etanol cai em 14 Estados, sobe em 4 e no DF, e fica estável em 7

25/08/2026

Fonte: Band

O preço médio do etanol hidratado permaneceu estável em R$ 3,91 por litro na semana de 16 a 22 de agosto, nos postos pesquisados em todo o País, enquanto 14 Estados registraram queda, 4 tiveram alta e 7 ficaram estáveis, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pelo AE-Taxas.

Em São Paulo, principal produtor e consumidor do biocombustível e Estado com maior número de postos avaliados, o litro também se manteve em R$ 3,61, sem variação na comparação semanal.

A maior redução de preço ocorreu em Goiás, onde o etanol recuou 2,58%, para R$ 4,16 por litro. A maior alta foi registrada em Minas Gerais, com avanço de 3,45%, levando o preço médio a R$ 3,90.

O menor valor encontrado pela ANP na semana foi de R$ 2,85 por litro, em um posto paulista. No outro extremo, Pernambuco apresentou o maior preço pontual, de R$ 6,59. Considerando as médias estaduais, São Paulo teve o menor preço, de R$ 3,61, enquanto o Amapá registrou o maior, de R$ 5,83 por litro.

Competitividade em relação à gasolina

Na comparação com a gasolina, o etanol mostrou vantagem em 10 Estados e no Distrito Federal. Na média nacional, a paridade entre os dois combustíveis ficou em 59,97%, patamar considerado favorável ao etanol pela metodologia usada no mercado.

Entre os Estados com melhor relação de custo, destacam-se Mato Grosso, com paridade de 54,99%, e São Paulo, com 56,94%. Também apresentaram índices inferiores a 70% Acre (68,78%), Amazonas (66,99%), Bahia (66,57%), Distrito Federal (64,95%), Goiás (62,93%), Mato Grosso do Sul (60,22%), Minas Gerais (63,11%), Paraná (61,75%) e Santa Catarina (67,08%).

Segundo executivos do setor, o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade acima de 70%, a depender da eficiência do veículo flex e do tipo de uso. Ainda assim, pela regra mais difundida entre consumidores e revendedores, o etanol passa a ser economicamente vantajoso quando seu preço corresponde a, no máximo, 70% do valor da gasolina na bomba.

O Clipping Minaspetro reproduz fielmente o que está na imprensa.

Os textos não refletem, necessariamente, a opinião institucional do Sindicato.

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