Desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, a pressão das cotações internacionais tem recaído sobre os preços dos combustíveis no mercado doméstico
Os preços dos combustíveis da refinaria de Mataripe, da Acelen, tiveram queda acumulada em maio, segundo a companhia. A Acelen é controlada pelo fundo Mubadala, dos Emirados Árabes.
A gasolina da refinaria teve queda acumulada de 8% em maio, para R$ 3,90, segundo a Acelen. O diesel S10 de Mataripe caiu 11,6% em maio, para R$ 5,18. A companhia costuma fazer ajustes dos preços semanalmente.
O diesel S500, com maior teor de enxofre, recuou 13,6% no mês passado, para R$ 4,88. “Os preços dos produtos da Refinaria de Mataripe para as distribuidoras seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, câmbio e frete, podendo variar para cima ou para baixo”, disse a Acelen, em nota.
“A empresa possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado.”
A rRefinaria de Mataripe, a segunda maior do país em termos de processamento, atrás apenas da Refinaria de Paulínia (Replan), foi vendida pela Petrobras em 2022. Antes, era chamada Refinaria Landulpho Alves (Rlam).
Desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, a pressão das cotações internacionais tem recaído sobre os preços dos combustíveis no mercado doméstico.
Na semana anterior ao início da guerra, o diesel S10 de Mataripe era negociado a R$ 3,56. Na gasolina, Mataripe cobrava das distribuidoras R$ 2,53 na semana anterior ao conflito.
