Refinarias brasileiras venderam mais de 100 milhões de litros de nafta para uma empresa investigada por suposto envolvimento em um esquema de fraude envolvendo a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo uma fonte próxima ao caso e documentos vistos pela Reuters.
Um dos principais fornecedores era a Riograndense, uma refinaria no Rio Grande do Sul controlada pela Petrobras, Braskem e o conglomerado de energia Ultrapar, mostram documentos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A produtora de solventes Petrodansk, que recebeu a nafta, é acusada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo de desviá-la para postos de gasolina em um esquema de contrabando de combustível e lavagem de dinheiro ligado ao PCC, segundo uma fonte próxima à investigação.
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Autor/Veículo: Valor Econômico
