Petróleo fecha em queda calibrando guerra no Oriente Médio e alívio de sanções à Rússia

Imagem de Donald Trump em evento público, usando terno azul e gravata azul.
20/10/2026

(Foto Molly Riley/Casa Branca)

Fonte: Eixos

O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira (19/10), após operar volátil ao longo da tarde. Investidores ponderaram o aumento das tensões no Oriente Médio, ante o alívio de algumas sanções e tarifas impostas à Rússia, por ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, na sexta-feira (16/10).

Negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), o petróleo Brent para dezembro fechou em baixa de 0,28% (US$ 0,31), a US$ 109,55 o barril.

Já o petróleo WTI para o mesmo mês caiu 0,48% (US$ 0,48), a US$ 98,54 o barril, na Nymex.

Trump reforçou no domingo (18/10) o apoio à reeleição do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ameaçou intensificar as ações contra o Irã caso Teerã não mude de postura.

Em publicação na Truth Social, o republicano afirmou que Netanyahu é o único líder capaz de manter a parceria com Washington no enfrentamento à República Islâmica.

O presidente americano também defendeu sua decisão de abrandamento de sanções à Rússia e acusou o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de prejudicar o abastecimento mundial de diesel com ataques a refinarias russas.

Apesar das ameaças recentes, o The New Arab informou nesta segunda que Washington e Teerã poderão anunciar ainda nesta semana um avanço significativo nas negociações mediadas por Catar e Paquistão para evitar a retomada da guerra, segundo fontes.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, relembrou ainda que a proposta para a reabertura do Estreito de Ormuz, apresentada aos EUA como parte de um plano de sete dias, continua sobre a mesa.

As hostilidades no Oriente Médio provavelmente conterão uma queda do petróleo, diz Christopher Tahir, estrategista sênior de mercado da Exness.


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Donald Trump discursa no centro de treinamento e inteligência policial David S. Mack, em Garden City (Nova York), em 14 de agosto de 2026 (Foto Molly Riley/Casa Branca)
Donald Trump discursa no centro de treinamento e inteligência policial David S. Mack, em 14 de agosto de 2026 (Foto Molly Riley/Casa Branca)

O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira (19/10), após operar volátil ao longo da tarde. Investidores ponderaram o aumento das tensões no Oriente Médio, ante o alívio de algumas sanções e tarifas impostas à Rússia, por ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, na sexta-feira (16/10).

Negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), o petróleo Brent para dezembro fechou em baixa de 0,28% (US$ 0,31), a US$ 109,55 o barril.

Já o petróleo WTI para o mesmo mês caiu 0,48% (US$ 0,48), a US$ 98,54 o barril, na Nymex.

Trump reforçou no domingo (18/10) o apoio à reeleição do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ameaçou intensificar as ações contra o Irã caso Teerã não mude de postura.

Em publicação na Truth Social, o republicano afirmou que Netanyahu é o único líder capaz de manter a parceria com Washington no enfrentamento à República Islâmica.

O presidente americano também defendeu sua decisão de abrandamento de sanções à Rússia e acusou o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de prejudicar o abastecimento mundial de diesel com ataques a refinarias russas.

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Apesar das ameaças recentes, o The New Arab informou nesta segunda que Washington e Teerã poderão anunciar ainda nesta semana um avanço significativo nas negociações mediadas por Catar e Paquistão para evitar a retomada da guerra, segundo fontes.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, relembrou ainda que a proposta para a reabertura do Estreito de Ormuz, apresentada aos EUA como parte de um plano de sete dias, continua sobre a mesa.

As hostilidades no Oriente Médio provavelmente conterão uma queda do petróleo, diz Christopher Tahir, estrategista sênior de mercado da Exness.

De acordo com ele, as tensões entre a Arábia Saudita e os Houthis permanecem elevadas, enquanto o tráfego pelo Estreito de Ormuz continua a enfrentar restrições em meio a incidentes de segurança.

O Clipping Minaspetro reproduz fielmente o que está na imprensa.

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